Mudanças entre as edições de "Guia Operacional MPLS para ISPs"
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| + | * MPLS encaminha usando labels. | ||
| + | * L2VC e VSI utilizam essa infraestrutura para transportar serviços Ethernet. | ||
Edição das 13h33min de 8 de junho de 2026
Guia Operacional MPLS para ISPs
Este guia tem como objetivo padronizar o troubleshooting MPLS em ambientes de provedores de Internet (ISPs), com foco principal em equipamentos Huawei, mas aplicável a ambientes multivendor.
Objetivo e Público-Alvo
Este documento foi elaborado para auxiliar equipes NOC, N2, N3 e Engenharia na identificação, análise e correção de falhas relacionadas a MPLS.
Público-Alvo
- Analistas NOC/N1
- Analistas N2/N3
- Engenheiros de Redes
- Operadores de Backbone MPLS
Regra Fundamental
O troubleshooting MPLS deve seguir uma sequência lógica:
- Camada Física
- Conectividade IP
- OSPF
- MPLS
- LDP
- Serviço (L2VC/VSI)
- MTU
Uma falha em qualquer etapa anterior compromete as etapas seguintes.
Como o MPLS Funciona na Prática
MPLS não deve ser tratado como uma tecnologia isolada. Em uma rede ISP, o MPLS depende inicialmente da conectividade IP e de um protocolo IGP, normalmente OSPF ou IS-IS.
O IGP garante o alcance entre as loopbacks dos roteadores. Em seguida, o LDP utiliza essa conectividade para distribuir labels. Somente após essas etapas os serviços L2VPN, como VPWS (L2VC) e VPLS (VSI), conseguem operar corretamente.
Resumo Prático
- OSPF encontra o caminho.
- LDP distribui as labels.
- MPLS encaminha usando labels.
- L2VC e VSI utilizam essa infraestrutura para transportar serviços Ethernet.